Product & Brand Designer · Especialista em Craft · Fundador da FluxAI.
Penso, construo e faço escalar, do começo ao fim. É assim que opero, no encontro de direção de arte, marca, produto e IA.
São 15 anos ligando design a resultado de negócio, com IA como sistema de pensamento e produção, não como atalho. Os agentes são meus, rodando de verdade.
Em 15 anos, além de construir meus próprios produtos, colaborei com marcas de fintech, banking, varejo, big tech e ONG · em agência, in-house, parceria e founder.
Comecei como Diretor de Arte em agência de publicidade. Aprendi a estruturar marca, sistemas visuais e narrativa antes de desenhar tela, e a dirigir criação em múltiplas linguagens: copy, identidade, motion e experiência. Do conceito à peça final. Essa maturidade visual é o que diferencia produto bem-feito de produto bonito.
Hoje esse craft aparece em design systems, jornadas de produto e governança visual para fintech, banking, varejo e bigtech. Está em cada entrega de produto: da arquitetura de um fluxo de conversão à consistência de um sistema de componentes em escala. É esse craft que separa um output que parece inevitável de um que só parece preenchido, inclusive quando a IA está no meio do caminho.
Como eu opero dentro de uma estrutura real: produto, engenharia, dados, marketing e criação. Toda decisão de design amarrada a uma pergunta só, o que isso agrega ao negócio no dia a dia.
Atuei no redesenho da PDP de uma plataforma de varejo de alto tráfego: a página onde a venda acontece ou se perde. Parti de um discovery de duas semanas e uma estratégia pré-layout, com fluxograma e arquétipos de produto, antes da primeira tela. A decisão central foi uma Buy Box que se adapta ao tipo de produto, em vez de uma caixa de compra única.
Antes disso, jornadas transacionais e de crédito em banco digital e no ecossistema Uber.
Começo sem brief fechado e termino com entregável defensável. Antes de chegar na tela, defino contratos de comportamento com a engenharia: o que o sistema faz em cada estado, o que retorna se algo falha, qual é o critério de aceite. Documento premissas cedo, no discovery, não na revisão. E trabalho com esteira de testes e analistas: a métrica decide, não o achismo.
Meu trabalho em Design System vai da fundação à governança: tipografia, sistema de cor e iconografia; componentes e módulos com diretrizes claras de quando e como usar; aplicação consistente em produto, e-mail e mídia; e a governança que mantém o padrão vivo entre squads. Construí isso em contextos de fintech e banking em escala, e hoje acelero a construção e a governança com Claude Code e agentes: gero e audito tokens, crio e documento componentes com skills próprias, e conecto o Figma ao contexto via MCP.
Meu forte é a adoção: garantir que o sistema seja usado e evolua, não só que exista como biblioteca. Menos retrabalho, mais consistência e mais velocidade de entrega para o negócio.
Crio skills personalizadas no Claude que ficam com o time, não comigo: encapsulam o padrão do negócio (tom, regras, critérios) e aceleram discovery, síntese e produção. É capacidade instalada, não dependência de uma pessoa, o mesmo tipo de skill que times de produto maduros já rodam internamente. É também sobre isso que escrevo no material que dedico a design.
Redesign completo de produto. Caso de jornada complexa com decisão financeira no fluxo. Sistema visual e padrões reutilizáveis para suportar escala de plataforma.
Direção de arte e comunicação dos produtos financeiros do ecossistema Uber: Conta, Desconto Turbinado, Empréstimo Pessoal e Cartão. Parceria Uber, Digio e Elo. Sistema visual e campanhas de produto financeiro em escala de marketplace.
Direção de criação e conceito para o ecossistema financeiro da Porto (Bank, Saúde, Seguro e Serviço). Sistemas de KV e campanhas de produto como Financiamento de Veículos, Acelera, SOS e Seu Clínico na Hora, com craft e consistência entre times e fornecedores.
Produção de peças de comunicação digital para o segmento premium do Itaú. Banners in-app, e-mails e materiais de CRM, alocado na esteira criativa da OLIVER in-house.
Entro no problema com Claude Code rodando ao lado. Varro fluxo, sintetizo research e faço critique antes de levar para o time, já com hipóteses afiadas. O ganho não é só velocidade. É chegar na reunião com a pergunta certa.
Skill própria roda os fluxos contra critérios de usabilidade e aponta as fricções que explicam 80% do atrito. Eu valido. Não terceirizo o julgamento.
SKILL.md · heurísticaEm vez de ler transcrição por transcrição, o Claude cruza as entrevistas, agrupa padrões e devolve os temas que eu não veria tão rápido sozinho.
SKILL.md · research synthesisAntes de levar para o time, faço uma critique assistida do desenho. Chego na reunião com produto e engenharia com a pergunta certa, não com a tela bonita.
SKILL.md · design critiqueEste é o agente que eu construí. Ele leva uma ideia do Figma até código entregável, sem o retrabalho mecânico que trava o time no meio do caminho.
Script resolve o que é fixo. Agente resolve o que muda. Design system e naming são regra; o contexto de produto é variável. Meu agente cobre os dois, e é aí que automação vira autonomia.
Apostei em um único agente no ciclo inteiro, do Figma ao código. Pipeline enxuto, contexto compartilhado, decisão coerente do começo ao fim. Sem emenda entre etapas, sem ruído.
Ele lê, decide, escreve e valida sozinho, dentro do escopo que eu desenho. Eu fico com a direção; ele executa o caminho. O mecânico virou autônomo, e meu trabalho deixou de ser repetir a tarefa: passou a ser projetar o sistema que a executa.
Toda decisão de produto, premissa de discovery e aprendizado vira nota versionada e ligada ao contexto. Para o negócio, isso é retrabalho a menos e decisão mais rápida: a próxima pessoa não recomeça do zero, e o porquê de cada escolha não se perde.
Construí um agente no Claude Code que lê o vault, cruza design, produto e negócio e devolve síntese que eu não veria sozinho. Conhecimento deixa de ser memória de uma pessoa e vira patrimônio do time. O método não vem da memória, vem da arquitetura.
UX Strategy, Design Systems e a jornada do discovery ao delivery em produto digital de alta escala. Fintech, banking, varejo e ambientes regulados de alto volume.
Arquitetura visual e sistemas de comunicação e conversão escaláveis para ecossistemas complexos. Produto, CRM e canais alinhados sob uma mesma linguagem, em contexto financeiro, institucional e corporativo.
Identidade visual, narrativa de marca e linguagem de campanha. Do briefing ao sistema de identidade completo, traduzindo estratégia em linguagem visual coerente e escalável.
Claude Code, agentes e skills customizadas como extensão do fluxo de produto e design. Discovery, critique, research synthesis e governança visual acelerados por IA, do briefing ao handoff, com método.
O sistema de IA que construí para o meu próprio trabalho virou empresa. Na FluxAI, a IA vira produto de verdade: carrega a marca, tem craft e funciona, sem cara de IA. Já está no ar e vendendo, em duas frentes.
Skills, agentes e automações prontos para plugar no Claude, ajustar na marca e rodar hoje. Um acervo que cresce toda semana.
Agentes de IA, landings e automações sob medida, do briefing ao ar. Mapeio o gargalo, construo e acompanho até virar fluxo, sem aumentar o time.
O system prompt da Sofia não foi escrito em uma tarde. Foi refinado numa conversa real com Claude Code. Esta é parte dela.